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Cólicas em recém-nascido: conheça os motivos e saiba como evitar

Nessa semana trazemos um assunto repleto de mitos e medos e que pode causar muita preocupação no início do período pós-gestação… Falaremos das tão temidas cólicas, que tiram o sono dos bebês, papais e mamães, mas com as dicas e orientações certas oferecidas pelo pediatra Paulo Telles, você e sua família terão tudo para passar por esse período de forma mais tranquila!

Vamos analisar mais claramente quais as diferenças entre os tipos de cólicas e além disso, entender que a não formação definitiva e completa do intestino do bebê e a alimentação da mãe, principalmente nos 03 primeiros meses do bebê, são pontos a serem chamados a atenção quando se trata desse assunto.

O conteúdo também pode ser visualizado em forma de vídeo ao final dessa página 🙂

Cólicas em recém-nascidos

Primeiramente, é importante entendermos o que são as cólicas. Segundo Paulo, a definição é: choro inconsolável por 3 horas que se inicia com 3 semanas e dura até o terceiro mês. Ele brinca que é a famosa regra dos 3! Rs!

O doutor explica que é fundamental definir o que é para sabermos como tratar. Primeiramente, é importante entendermos que existe a cólica intestinal (dor de barriga), cólica menstrual (dor no útero ou contração uterina), cólica renal e cólica do lactente (uma alteração /patologia diferente).

Confira também um dos temas mais lidos do nosso blog sobre como as emoções podem afetar o aleitamento materno. 

Entendendo as cólicas

E por que é importante falar disso? Segundo ele, muitas pessoas associam cólicas com dor de barriga e na verdade a cólica é algo muito mais complexo que isso. Ou seja, é fundamental pontuar que as cólicas podem ter relação primeiro com a imaturidade do intestino do bebê, ou seja, aquele bebê que ainda não tem o intestino formadinho (com as ondas normais), o que dificulta o processo de evacuação e faz com que ele tenha algumas contrações diferentes que vão trazer desconforto.

A segunda coisa é o fato do bebê poder engolir mais ar. Muitas vezes na mamada a pega não está muito adequada e quando eles choram engolem um pouco mais de ar que o normal, causando uma distensão intestinal. Ou seja, os famosos gases que a gente sempre fica preocupado! Porém, vale lembrar que isso tudo que estamos falando é um processo normal dessa fisiopatologia do intestino e da maturidade do bebe, ok?

Outro ponto importante de ser comentado é o quanto a alimentação da mãe influencia nesse desconforto do bebê. Atualmente há pouca informação na literatura médica sobre o assunto, mas o Dr.Paulo explica que temos que entender que cafeína em excesso, pimenta em excesso e chocolate em excesso são três elementos que podem trazer algum desconforto para o seu bebê.

Porém, não é necessário tirar totalmente, ok? Mas o nosso especialista reforça que cabe um cuidado para não cometer exageros com relação aos 3 itens citados acima.

Aproveite e leia também o texto das últimas semanas, sobre como lidar com a introdução alimentar do seu bebê.

Cansaço e as cólicas

Outro ponto muito importante é que o bebê chora muito quando ele está cansado, ou seja, quando está irritado. Vocês sabiam que o bebê tem que dormir em média 20 horas por dia nesses primeiros 30-40 dias de vida? E que se esse sono não for de qualidade vai deixar o bebê irritado, normalmente no horário que as mães mais se preocupam com a cólica, que é tradicionalmente ao final do dia?

Então uma dica bacana é tentar deixar o bebê sempre em um ambiente tranquilo para que ele durma bem. O doutor brinca que ninguém dorme bem na sala, do lado da mesa de jantar, ou acompanhando a família na cozinha…. Então o bebê tem que ficar num ambiente bem tranquilo para que ele tenha um sono de qualidade e consiga descansar para chegar ao final do dia sem irritação, cansaço e choro.

Portanto, imaturidade e cansaço são certamente os principais fatores que vão fazer o seu filho chorar nessa primeira etapa. E choro é muito difícil de definir, não é mesmo? Por isso que temos que pensar sempre em cuidar do cansaço do sono e, consequentemente, normalmente o bebê ficará bem e sem cólicas.

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Outras questões relacionadas às cólicas

Fora os pontos abordados acima, duas situações podem causar muito desconforto intestinal ou dor/queimação no seu bebê. São elas a doença do refluxo e uma possível alergia à proteína do leite de vaca, por exemplo. Nessas duas situações sim, seu filho possivelmente terá bastante dor na barriga.

Além disso, não podemos esquecer a relação entre a ansiedade, cansaço e estresse dos pais. Isso mesmo! Existem alguns estudos mostrando que normalmente os bebês que tem mais cólicas são os que tem suas mães com depressão. Os latinos, por exemplo, têm mais cólicas que os orientais. Isso tem muito a ver com a forma com que nós (latinos) reagimos com esse desconforto, essa dificuldade que a criança passa nesse inicio.

Nós do Baby Concierge e o Dr. Paulo Telles recomendamos que você reflita sobre como os seus hábitos podem influenciar nos aspectos mencionados acima, converse com o seu pediatra e certamente o seu bebê ficará com menos ou até mesmo sem cólicas! 🙂

Saiba mais sobre o baby blues x depressão pós-parto. 

Mais considerações do Baby Concierge

Sabemos que a questão das cólicas infelizmente não é a única que desafia o dia a dia de tantas famílias. Portanto, queremos reforçar que temos disponível no nosso Clube de Assinaturas, uma vasta seleção de profissionais, do mundo materno-infantil, de diversos segmentos do mercado para te ajudar com as mais diversas questões do dia a dia materno.

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mama empedrada

 

Gostou da leitura? Se identificou? Aproveitamos o tema acima para destacar o texto de semana passada: “Porque ter o acompanhamento psicológico na gravidez?”

Nele falamos sobre a importância de se ter um acompanhamento psicológico com orientações adequadas ao longo da gestação. Para embasar, ninguém melhor do que a psicóloga perinatal Julia Bittencourt, parte do nosso time de profissionais chancelados, para nos ajudar.

 Esperamos que gostem e aproveitem o conteúdo de hoje pelo vídeo abaixo também:

 

 

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