livre demanda

O que é a livre demanda em recém-nascido?

Nessa semana o Baby Concierge aborda um tema que muitas mamães e famílias possuem dúvidas e receios: Quais são as necessidades do bebê e o que é livre demanda?

Seria somente a alimentação? Ou também aconchego, amor e atenção? Você já deve ter ouvido falar na livre demanda, mas se não sabe ao certo como funciona, esse texto abaixo é perfeito para você!

O conteúdo também fica disponível em formato de vídeo ao final da leitura 🙂

Quem é Ana Paula Gama, a especialista que nos explica sobre a livre demanda?

Quem nos explica mais sobre o assunto em questão é a enfermeira e parceira do Baby Concierge, Ana Paula Gama, criadora e responsável pela equipe Amamente Rio, uma empresa que presta serviços de consultoria de Amamentação e Materno Infantil.

A equipe formada por outras enfermeiras especialistas, oferece suporte à família para a chegada do seu novo integrante.

Afinal, o que é a livre demanda?

De acordo com a especialista Ana Paula Gama, a livre demanda consiste em basicamente a mãe não se preocupar com o relógio. Ou seja, ela oferecer o seio ao seu bebê toda vez que ele demonstrar necessidade.

Mas vamos entender um pouco também dessas necessidades? Claro que há a necessidade nutricional, onde o bebê precisa se alimentar para estar saciado. Porém, também há a “simples” necessidade de estar por perto da mãe.

Portanto, a livre demanda não é só de leite materno, mas também de amor, carinho e contato. Devemos sempre levar em conta de que o bebê ficou na barriga da mãe durante nove meses. Ou seja, quando nasce, ele se sente um pouco perdido no mundo.

Além disso, ele estava acostumado com outro ambiente: um ambiente mais aconchegante, quentinho e se sentindo protegido o tempo todo por estar em contato direto com a mãe. Diante disso, é natural que esse bebê possa ter necessidade constantemente de ir ao seio só para se acalmar e/ou parra se sentir seguro e confortável.

A alimentação do bebê e a livre demanda 

Quanto a parte da alimentação, Ana nos explica que o bebê sempre irá mamar de acordo com a saciedade dele, portanto, não existe tempo determinado.

O bebê nasce com um estômago bem pequenininho, cabendo de 5ML a 7ML de leite. A partir do terceiro dia, já cabem entre 22ML e 27ML, na primeira semana de 45ML a 60ML e chegando ao fim do primeiro mês, de 80ML a 150ML.

A enfermeira reforça que o estômago do bebê normalmente enche muito rápido, mas também esvazia com a mesma velocidade!

Além disso, o bebê pode estar com uma semana de vida, por exemplo, com uma capacidade estomacal de 60ML, mas não necessariamente é obrigado a mamar os 60ML de uma vez.

Por muitas vezes, ele pode mamar 30ML, depois querer mamar mais 30ML, dormir um pouquinho, fazer as suas necessidades fisiológicas (xixi, coco) e depois querer mamar de novo. Ou seja, aqui está a famosa livre demanda!

A digestão do leite materno e de fórmula

Ana nos explica que o leite materno é de fácil e rápida digestão. Diferentemente da fórmula, que demora praticamente o dobro de tempo para atingir esse processo. Portanto, quando o pediatra prescreve uma capacidade de leite de fórmula, ele prescreve de acordo com a capacidade total estomacal desse bebê.

Caso seu bebê tenha uma semana de vida, por exemplo, Ana acredita que o pediatra deverá prescrever cerca de 60 ML. Basta você fazer a fórmula, botar na mamadeira e oferecer essa quantidade.

Para o bebê a ingestão diretamente da mamadeira é muito fácil, porque ele não precisará fazer força de sucção. Além disso, o leite já estará vindo diretamente na boquinha dele, ou seja, o bebê acaba bebendo até mais do que a necessidade.

Consequentemente, acaba ficando bem saciado e demorando mais a querer voltar a se alimentar novamente.

Quais as diferenças entre o leite materno e a fórmula?

Portanto, fica claro que há diferenças sim! Com a fórmula, o bebê normalmente deverá mamar de 3 em 3 horas. Já em seio materno não, pois não sabemos o quanto mamou, se atingiu a capacidade estomacal por completo e até mesmo se mamou direito. Ou seja, tudo será sempre de acordo com a necessidade e a livre demanda do bebê.

Ana brinca que as mamães que dão preferência à amamentação via leite materno deverão providenciar um verdadeiro open bar de “Tetê”! Em outras palavras, sem se preocupar com relógio, sem se preocupar com o distanciamento entre as mamadas, se está sendo curto ou longo e também sem se preocupar com a quantidade que esse bebê está mamando.

Como saber se a amamentação está dando certo?

Ana nos explica que há diversas características e comportamentos que podem ser facilmente avaliados, como, por exemplo, ganho de peso, a fraldinha de xixi e coco em dia e o bebê rosadinho 🙂

Todos esses fatores já deverão deixar claro para você que está tudo dando certo!

Caso algum desses exemplos não esteja fluindo bem é recomendado que a mamãe reavalie a amamentação e, conforme for, procure a orientação de um profissional.

Nós do Baby Concierge esperamos que essas dicas da semana tenham sido informativas e relevantes para você e sua família. Caso tenha qualquer outra dúvida com relação à livre demanda e outras informações do tema abordado, nossa parceira Ana Paula Gama ficará feliz em ajudar!

Basta mandar sua mensagem pelas redes sociais do Baby Concierge que faremos a intermediação com o maior prazer (facebook / instagram)!

Outros temas ligados à amamentação no Baby Concierge  

Gostou do que leu acima? Sugerimos a leitura do texto “Desafios na amamentação para superar na maternidade”, também desenvolvido pela Ana Paula Gama da Amamente Rio.

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Você também pode ver o conteúdo acima pelo vídeo abaixo:

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