aleitamento materno

As emoções afetam no aleitamento materno?

Para essa semana, trazemos um tema delicado, estimado, e também complexo na vida de muitas mulheres. Vamos falar sobre o aleitamento materno, um processo tão importante e tão presente na vida da gestante e da mamãe.

Cada mulher e mãe é única e os medos e expectativas sobre a amamentação são os mais variados possíveis. Portanto, abordaremos nesse texto os aspectos emocionais que envolvem o aleitamento materno.

Para dar ainda mais credibilidade ao assunto, que também pode ser visualizado em forma de vídeo ao final da página, contamos com a palavra da psicóloga Julia Bittencourt, especialista em saúde da mulher.

Entendendo o processo de aleitamento materno

Muitas mulheres acham que o aleitamento materno é algo instintivo, ou seja, que vai acontecer naturalmente, sem muito preparo e que quando o bebê chegar tudo fluirá tranquilamente. Já outras mulheres têm medo, angustias e preocupações, pois já ouviram muitas histórias, seja da família ou de amigas, de pessoas que não conseguiram amamentar porque tiveram o seio machucado ou que tiveram uma mastite, por exemplo. Tudo isso pode certamente gerar um grande pânico e uma apreensão nessa futura lactante.

Portanto, Julia acredita ser importante explicar sobre todos os atravessamentos que estão presentes na questão do aleitamento materno. Para começar, refletimos acerca da questão histórica dos bebês que antigamente eram amamentados pelas amas de leite e não pelas suas mães, por exemplo. Além disso, historias familiares positivas ou negativas, de mães que foram bem-sucedidas na amamentação ou de outras mulheres na família que não conseguiram amamentar. E não menos importante, existe toda a pressão social, que pode julgar e/ou interferir na questão da qualidade do leite, são aquelas histórias chatas como a do leite forte ou fraco, se a mulher deve amamentar ou não e por quanto tempo, dentre outras questões delicadas.

Veja outros aspectos importantes relacionados ao emocional da mulher durante a gravidez no texto – “Baby Blues e Depressão pós-parto”. 

Influências externas que afetam o aleitamento materno

São muitos “pitacos”, muitas informações e outros fatores que atravessam a questão do aleitamento materno e podem influenciar, positivamente ou negativamente, na produção e rotina da mãe com o bebê. Por isso é tão importante conversarmos também sobre os aspectos emocionais.

Julia reforça que do ponto de vista da saúde, está muito claro o que é para ser feito. Uma amamentação composta por 6 meses exclusivos e até 2 anos ou mais para quem quiser e puder. Porém, vivemos em um país em que menos de 40% das mulheres fazem o aleitamento materno exclusivo até 6 meses. Ou seja, um número bem mais baixo do que é recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Portanto, devemos refletir sobre isso e nos perguntar o que leva essas mulheres a não amamentarem conforme o recomendado. O que leva elas a se cobrarem tanto, se culparem ou a desistirem do processo de aleitamento materno?

Julia explica que a questão dos “pitacos” conta muito. E essas “influências” podem vir de pessoas que ao invés de apoiarem o aleitamento, desestimulam essa mulher.

Outro fator crucial é a falta da rede de apoio, especialmente em um período em que a mulher não dorme da forma necessária e fica sobrecarregada ao precisar cuidar do bebê e ao mesmo tempo fazer tarefas domésticas ou profissionais. Portanto, mais do que nunca, ela precisa de apoio para conseguir fazer esse aleitamento materno com qualidade, energia e disponibilidade para isso. Não há dúvidas de que a rede de apoio e o ambiente para o sucesso da amamentação são fundamentais.

Além do apoio durante o processo de aleitamento materno, confira também sobre a importância do apoio odontológico durante e pós-gestação no texto – “Pré-Natal odontológico: qual a importância?”

Profissionais adequados no processo de aleitamento materno

Muitas pessoas acabam motivando a mulher a iniciar a fórmula ou mesmo outros alimentos de forma precoce quando a amamentação se torna difícil. Porém, isso pode afetar negativamente o sucesso do processo e a qualidade de vida do bebê.

Por isso, Julia pontua que é importante que essa mãe tenha bons profissionais ao lado que estimulem essa prática, do obstetra a consultora de amamentação, passando pelo pediatra, dentre outros.

Os motivos que podem interferir na amamentação são muito diversos, de questões de saúde e psicológicas a crenças, por exemplo. A psicóloga ressalta que também é de suma importância que a gente inclua essas mulheres, pois elas normalmente passam por um grande sofrimento, se culpam e muitas vezes se sentem “menos” mães.

Contudo, é importante sim que estimulemos o aleitamento materno, por todos os benefícios físicos, psicológicos e emocionais que conhecemos, mas também que a gente acolha as mães que por algum motivo não puderam ou não conseguiram amamentar.

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Conclusões sobre o tema 

Por fim, a profissional Julia Bittencourt deseja a todas muito sucesso no processo de aleitamento materno e estima que todas façam o melhor como mãe e que não se culpem ou julguem caso isso não seja possível.

Nós do Baby Concierge também estamos aqui colaborando para a sua rede de apoio nesse processo tão delicado e importante que faz parte do processo materno. Afinal, é nosso principal objetivo auxiliar a mulher e sua família, durante todas as suas vivências maternas.

Caso ainda tenham dúvidas sobre um dos assuntos acima, podemos intermediar seu contato com Julia Bittencourt, com todo prazer! Basta nos chamar pelas nossas redes sociais (instagram / facebook).

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Ana Paula é responsável pelo grupo Amamente Rio, formado por uma equipe de enfermeiras especializadas em consultoria de amamentação, cuidados materno infantil, laserterapia e especializadas em furo de orelha humanizado.

Os cursos citados acima são perfeitos para as mães que precisam enfrentar o desafio de retorno à rotina profissional e precisam de um apoio nesse momento tão delicado e esperado que é a amamentação.  Além disso, oferecem um guia completo de boas práticas da amamentação, orientações técnicas e práticas, preparando a gestante e sua rede de apoio, para quando iniciar o processo da amamentação.

Afinal, a amamentação não é um processo fácil, porém com orientações corretas e ajuda, é possível que ela ocorra da melhor maneira!

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Você também pode visualizar o conteúdo acima em forma de vídeo abaixo:

 

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