ultrasonografia

Ultrassonografias: quantas e quais?

O Baby Concierge conta com especialistas do mundo materno-infantil de diversas áreas do mercado. Neste post destacamos nossas obstetras, que carregam uma das maiores responsabilidades durante a gravidez.

Dentro da nossa plataforma, temos três obstetras de grande credibilidade: Helena Cossich, Viviane Monteiro e Mariana Ferreira. As profissionais, localizadas no Rio de Janeiro, realizam atendimentos presenciais e online.

Ah! Lembrando que assinantes Baby Concierge ganham descontos exclusivos com nossas especialistas, além de outros benefícios, como a primeira consulta grátis, por exemplo. Para saber mais, basta acessar a página de cada uma para verificar todas as informações e entrar em contato para marcar uma consulta!

 

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Para dar um gostinho a vocês, repassamos abaixo algumas informações que a querida Helena Cossich compartilhou conosco. O tema em questão é sobre quantas, quais e em que semanas devemos realizar as ultrassonografias.

Segundo a profissional, para saber quais e quantas ultrassonografias devem ser realizadas durante a gestação, é preciso classificar a gestante em risco habitual, conhecido como baixo risco, e alto risco. Dentro desta última, é preciso saber qual a patologia que colocou a mulher nessa classificação. Só assim poderemos fazer um seguimento adequado, com exames individualizados para cada caso. Contudo, existem os exames básicos, que todas as gestantes farão independente do risco.

 

1º trimestre:

É importante a realização de uma primeira ultrassonografia transvaginal (USG TV), preferencialmente após 6 semanas de idade gestacional (IG) calculada pela data da última menstruação (DUM) para datar corretamente a gravidez. Nela certifica-se de que o embrião está dentro do útero (e não nas trompas, por exemplo) e se é única ou múltipla.

Morfológica de 1º trimestre é aquela realizada de 11 a 13 semanas e 6 dias, geralmente por via abdominal, para avaliar a presença de osso nasal, a medida da translucência nucal, o ducto venoso e as artérias uterinas. Esses dados servem para rastreio de cromossomopatias e aumento de risco de pré-eclâmpsia precoce, crescimento intra-uterino restrito e parto prematuro. Qual é a finalidade? Poder seguir investigação diagnóstica para as mulheres que assim desejarem, bem como iniciar profilaxia para determinadas condições.

 

 2º trimestre

Morfológica de 2º trimestre: deve ser feita entre 20 e 24 semanas, associada a USG TV. Avalia com minúcia a anatomia fetal e marcadores para doenças genéticas, bem como a biometria fetal, em busca de malformações e sinais de problemas no desenvolvimento do bebê. Além disso, é avaliado o comprimento do colo uterino, que é um marcador importante no risco de parto prematuro, sendo um ótimo momento tanto para avaliar a necessidade de cirurgias fetais (correção intra-uterina de mielomeningocele, cirurgias cardíacas ou intervenção em gestações múltiplas) quanto para iniciar medicação ou procedimentos cirúrgicos para o colo curto.

Segundo o Ministério da Saúde, se pudermos fazer apenas uma USG, que seja essa. Motivo pelo qual também, se você puder fazer apenas um exame particular, que seja esse, com um profissional de confiança e experiente.

 

3º trimestre:

Ecocardiograma fetal: não deveria ser exame de rotina. Apenas deveriam realizar esse exame em mulheres de alto risco ou aquelas em que o coração fetal não pode ser bem avaliado na Morfológica de 2º trimestre ou observou-se alguma alteração. Porém nos grandes centros, em que a disponibilidade de exames é grande, como Rio de Janeiro e São Paulo, grande parte das gestantes acabam por realizá-lo, mas não é indispensável. O que avalia essa ultra? A morfologia e funcionamento do coração fetal. É sempre importante lembrar que o rostinho do bebê não será visto, o que causa frustração em muitas mulheres. Ele deve ser realizado preferencialmente entre 26 e 28 semanas, podendo ser realizado até 29 semanas.

USG com ou sem doppler de 3º trimestre: apesar de ser muito solicitada, não há indicação formal em gestações de risco habitual. “E como vou saber o tamanho e a posição do bebê? Se tem líquido ou não?” Para tudo isso, existem as consultas de pré-natal em que seu fundo de útero deve ser medido (SEMPRE) para avaliação do crescimento e do líquido, a palpação indica a posição do feto e a movimentação fetal normal sugere boa vitalidade. Em casos de alteração no exame clínico ou situações específicas (gemelaridade, pressão alta, diabetes ou outras doenças), o obstetra poderá solicitar a ultra para complementar a avaliação.

O problema em se fazer muitas ultras é que, segundo as evidências científicas, isso aumenta muito as intervenções desnecessárias sem benefícios para mãe e bebê. O que melhora os desfechos das gestações efetivamente é um pré-natal bem feito, em que a história da paciente seja conhecida e ela seja examinada de forma adequada em todas as consultas.

 

Gostou do conteúdo acima? Saiba que como assinante Baby Concierge você consegue conteúdos com exclusividade, via vídeos, textos e consultas com os melhores descontos e benefícios, através das melhores especialistas do mercado materno-infantil.

Nosso objetivo? Cuidar de quem cuida. Ou seja, oferecer às famílias uma base completa para que nada falte antes, durante e depois do período da gestação.

Dúvidas? Acesse nossa página de contato (https://babyconcierge.com.br/categorias/sac/)  ou nos envie um e-mail ([email protected]).

Será um prazer atender e ter você dentro da nossa plataforma!

Com todo carinho,

Equipe Baby Concierge

 

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